8/27/2011
O que é Septuaginta?
SEPTUAGINTA
Septuaginta é o nome de uma tradução da Torá para o idioma grego, feita no século III a.C.. Ela foi encomendada por Ptolomeu II (287 a.C.-247 a.C.), rei do Egito, para ilustrar a recém inaugurada Biblioteca de Alexandria. A tradução ficou conhecida como os Setenta (ou Septuaginta, palavra latina que significa setenta, ou ainda LXX), pois setenta e dois rabinos trabalharam nela e, segundo a lenda, teriam completado a tradução em setenta e dois dias. A Septuaginta foi usada como base para diversas traduções da Bíblia.
Sefer Torá ou Rolo da Torá
Torá (do hebraico, significando instrução, apontamento, lei) é o nome dado aos cinco primeiros livros do Tanakh (também chamados de Hamisha Humshei Torah, - as cinco partes da Torá) e que constituem o texto central do judaísmo. Contém os relatos sobre a criação do mundo, da origem da humanidade, do pacto de Deus com Abraão e seus filhos, e a libertação dos filhos de Israel do Egito e sua peregrinação de quarenta anos até a terra prometida. Inclui também os mandamentos e leis que teriam sido dadas a Moisés para que entregasse e ensinasse ao povo de Israel. Chamado também de Lei de Moisés (Torat Moshe), hoje a maior parte dos estudiosos são unânimes em concordar que Moisés não é o autor do texto que possuimos, mas sim que se trate de uma compilação posterior. Por vezes o termo "Torá" é usado dentro do judaísmo rabínico para designar todo o escopo da tradição judaica, incluindo a Torá escrita, a Torá oral (ver Talmud) e os ensinamentos rabínicos. O cristianismo baseado na tradução grega Septuaginta também conhece a Torá como Pentateuco, que constitui os cinco primeiros livros da Bíblia cristã.
Torá escrita é o nome dado às leis de Moisés conforme escritas no Pentateuco. Segundo a tradição judaica rabínica, a Torá escrita foi revelada em conjunto com a Torá Oral, que seriam as especificações de como cumprir os mandamentos da Torá escrita e que, originalmente transmitidas de maneira oral, foram posteriormente compiladas no Talmud e no Midrash. De acordo com o pensamento rabínico, não é possível estudar-se a Torá escrita sem estudar-se a Torá oral. Os judeus caraítas e os judeus samaritanos recusam a Torá oral, aceitando apenas a Torá escrita como revelação divina. Os cristãos oficialmente não aceitam a Torá oral, apesar de muitas tradições cristãs estarem baseadas nela.
Midrash ou Midraxe (do hebraico) é uma forma narrativa criada por volta do século I a.C. na Palestina pelo povo judeu. Esta forma narrativa desenvolveu-se através da tradição oral (ver Talmud) até ter a sua primeira compilação apenas por volta do ano 500 d.C. no livro Midrash Rabbah.
Segundo a tradição oral judaica Deus teria revelado a Moisés não somente as leis de seu povo Torá mas também uma série conhecimentos complementares que deveriam ser passados de pai para filho, o que eles chamavam de Torá Oral. A figura utilizada para esta descrição é que Deus teria escrito a Torá em fogo negro sobre o fogo branco. Enquanto as letras são precisas e escritas no fogo negro, formando a Torá, o "papel" usado para esse escrito, o fogo branco, era a tradição oral. A palavras Midraxe vem da junção de duas palavras hebraicas "Mi" que significa "quem" e "Darash" que significa "pergunta". O plural de midraxe não é midraxes e sim midraxim segundo a língua hebraica.
Até os dias de hoje ainda existe produção de midraxe em diversas sinagogas, entretanto eles não são considerados como tais pela maior parte dos religiosos hebreus. A Idade Média, por seu caráter de perseguição e anti-semitismo foi a época mais propícia ao aparecimento desta literatura, normalmente com um caráter messiânico, esperando a redenção através da vida de um grande "escolhido" - Messias - para que a perseguição acabasse.
O texto tem caráter pluriautoral e não linear, se assemelhando um pouco a uma conversa informal com diversos rabinos, mas na realidade os compiladores é que davam vida em seu texto a diversos personagens das épocas mais distintas.
A Biblioteca de Alexandria foi uma das maiores bibliotecas do mundo e se localizava na cidade egípcia de Alexandria. Considera-se que tenha sido fundada no início do século III a.C., durante o reinado de Ptolomeu II do Egito, após seu pai ter construído o Templo das Musas (Museum). É atribuída a Demétrio de Falero sua organização inicial. Estima-se que a biblioteca tenha armazenado mais de 400.000 rolos de papiro, podendo ter chegado a 1.000.000. Foi destruída parcialmente inúmeras vezes, até que em 646 foi destruída num incêndio acidental (acreditou-se durante toda a Idade Média que tal incêndio houvesse sido causado pelos árabes). Conta-se que um dos incêndios da lendária biblioteca foi provocado por Júlio César. Em caçada ao seu inimigo de Triunvirato (formado por César, Pompeu e Crasso), Pompeu, César deparou-se com a cidade de Alexandria, governada na época por Ptolomeu XII, irmão de Cleópatra. Pompeu teve a cabeça arrancada por um dos tutores do jovem Ptolomeu que foi entregue a César juntamente com o seu anel, diz-se que ao ver a cabeça do inimigo César pôs-se a chorar. Se apaixonando perdidamente por Cleópatra, César conseguiu colocá-la no poder através da força. Os tutores do jovem faraó foram mortos, mas um conseguiu escapar. Temendo que o homem pudesse escapar de navio mandou incendiar todos, inclusive os seus. O incêndio se alastrou e atingiu uma parte da famosa Biblioteca. A instituição da antiga biblioteca de Alexandria tinha como o principal objetivo preservar e divulgar a cultura nacional. Continha livros que foram levados de Atenas. Existia também matemáticos ligados a biblioteca como por exemplo Euclides de Alexandria. Ela se tornou um grande centro de comércio e fabricação de papiros. A lista dos grandes pensadores que frequentaram a biblioteca e o museu de Alexandria inclui nomes de grandes génios do passado. Importantes obras sobre geometria, trigonometria e astronomia, bem como sobre idiomas, literatura e medicina, são creditados a eruditos de Alexandria. Segundo a tradição, foi ali que 72 eruditos judeus traduziram as Escrituras Hebraicas para o grego, produzindo assim a famosa Septuaginta.
Torá (do hebraico, significando instrução, apontamento, lei) é o nome dado aos cinco primeiros livros do Tanakh (também chamados de Hamisha Humshei Torah, - as cinco partes da Torá) e que constituem o texto central do judaísmo. Contém os relatos sobre a criação do mundo, da origem da humanidade, do pacto de Deus com Abraão e seus filhos, e a libertação dos filhos de Israel do Egito e sua peregrinação de quarenta anos até a terra prometida. Inclui também os mandamentos e leis que teriam sido dadas a Moisés para que entregasse e ensinasse ao povo de Israel. Chamado também de Lei de Moisés (Torat Moshe), hoje a maior parte dos estudiosos são unânimes em concordar que Moisés não é o autor do texto que possuimos, mas sim que se trate de uma compilação posterior. Por vezes o termo "Torá" é usado dentro do judaísmo rabínico para designar todo o escopo da tradição judaica, incluindo a Torá escrita, a Torá oral (ver Talmud) e os ensinamentos rabínicos. O cristianismo baseado na tradução grega Septuaginta também conhece a Torá como Pentateuco, que constitui os cinco primeiros livros da Bíblia cristã.
Torá escrita é o nome dado às leis de Moisés conforme escritas no Pentateuco. Segundo a tradição judaica rabínica, a Torá escrita foi revelada em conjunto com a Torá Oral, que seriam as especificações de como cumprir os mandamentos da Torá escrita e que, originalmente transmitidas de maneira oral, foram posteriormente compiladas no Talmud e no Midrash. De acordo com o pensamento rabínico, não é possível estudar-se a Torá escrita sem estudar-se a Torá oral. Os judeus caraítas e os judeus samaritanos recusam a Torá oral, aceitando apenas a Torá escrita como revelação divina. Os cristãos oficialmente não aceitam a Torá oral, apesar de muitas tradições cristãs estarem baseadas nela.
Midrash ou Midraxe (do hebraico) é uma forma narrativa criada por volta do século I a.C. na Palestina pelo povo judeu. Esta forma narrativa desenvolveu-se através da tradição oral (ver Talmud) até ter a sua primeira compilação apenas por volta do ano 500 d.C. no livro Midrash Rabbah.
Segundo a tradição oral judaica Deus teria revelado a Moisés não somente as leis de seu povo Torá mas também uma série conhecimentos complementares que deveriam ser passados de pai para filho, o que eles chamavam de Torá Oral. A figura utilizada para esta descrição é que Deus teria escrito a Torá em fogo negro sobre o fogo branco. Enquanto as letras são precisas e escritas no fogo negro, formando a Torá, o "papel" usado para esse escrito, o fogo branco, era a tradição oral. A palavras Midraxe vem da junção de duas palavras hebraicas "Mi" que significa "quem" e "Darash" que significa "pergunta". O plural de midraxe não é midraxes e sim midraxim segundo a língua hebraica.
Até os dias de hoje ainda existe produção de midraxe em diversas sinagogas, entretanto eles não são considerados como tais pela maior parte dos religiosos hebreus. A Idade Média, por seu caráter de perseguição e anti-semitismo foi a época mais propícia ao aparecimento desta literatura, normalmente com um caráter messiânico, esperando a redenção através da vida de um grande "escolhido" - Messias - para que a perseguição acabasse.
O texto tem caráter pluriautoral e não linear, se assemelhando um pouco a uma conversa informal com diversos rabinos, mas na realidade os compiladores é que davam vida em seu texto a diversos personagens das épocas mais distintas.
A Biblioteca de Alexandria foi uma das maiores bibliotecas do mundo e se localizava na cidade egípcia de Alexandria. Considera-se que tenha sido fundada no início do século III a.C., durante o reinado de Ptolomeu II do Egito, após seu pai ter construído o Templo das Musas (Museum). É atribuída a Demétrio de Falero sua organização inicial. Estima-se que a biblioteca tenha armazenado mais de 400.000 rolos de papiro, podendo ter chegado a 1.000.000. Foi destruída parcialmente inúmeras vezes, até que em 646 foi destruída num incêndio acidental (acreditou-se durante toda a Idade Média que tal incêndio houvesse sido causado pelos árabes). Conta-se que um dos incêndios da lendária biblioteca foi provocado por Júlio César. Em caçada ao seu inimigo de Triunvirato (formado por César, Pompeu e Crasso), Pompeu, César deparou-se com a cidade de Alexandria, governada na época por Ptolomeu XII, irmão de Cleópatra. Pompeu teve a cabeça arrancada por um dos tutores do jovem Ptolomeu que foi entregue a César juntamente com o seu anel, diz-se que ao ver a cabeça do inimigo César pôs-se a chorar. Se apaixonando perdidamente por Cleópatra, César conseguiu colocá-la no poder através da força. Os tutores do jovem faraó foram mortos, mas um conseguiu escapar. Temendo que o homem pudesse escapar de navio mandou incendiar todos, inclusive os seus. O incêndio se alastrou e atingiu uma parte da famosa Biblioteca. A instituição da antiga biblioteca de Alexandria tinha como o principal objetivo preservar e divulgar a cultura nacional. Continha livros que foram levados de Atenas. Existia também matemáticos ligados a biblioteca como por exemplo Euclides de Alexandria. Ela se tornou um grande centro de comércio e fabricação de papiros. A lista dos grandes pensadores que frequentaram a biblioteca e o museu de Alexandria inclui nomes de grandes génios do passado. Importantes obras sobre geometria, trigonometria e astronomia, bem como sobre idiomas, literatura e medicina, são creditados a eruditos de Alexandria. Segundo a tradição, foi ali que 72 eruditos judeus traduziram as Escrituras Hebraicas para o grego, produzindo assim a famosa Septuaginta.
Por vezes o termo "Torá" é usado dentro do judaísmo rabínico para designar todo o escopo da tradição judaica, incluindo a Torá escrita, a Torá oral (ver Talmud) e os ensinamentos rabínicos.
Tanakh ou Tanach ( hebraico) é um acrônimo utilizado dentro do judaísmo para denominar seu conjunto principal de livros sagrados, sendo o mais próximo do que se pode chamar de uma Bíblia Judaica. O conteúdo do Tanakh é equivalente ao Antigo Testamento, porém com outra divisão. A palavra é formada pelas sílabas iniciais das três porções que a constituem, a saber:
· A Torá,também chamado(Chumash , isto é "Os cinco") refere-se aos cinco livros conhecidos como Pentateuco), o mais importante dos livros do judaísmo.
· Neviim "Profetas"
· Kethuvim "os Escritos"
O Tanach é às vezes chamado de Mikrá.
Judaísmo rabínico é o nome dado ao judaísmo tradicional, que aceita o Tanakh (versão que mais se aproxima da Bíblia) como revelação divina e a Torá Oral também como fonte de autoridade. Recebe este nome devido ao fato de dar grande valor aos ensinamentos rabínicos através dos tempos codificados principalmente no Talmud (O Talmud é uma compilação, que data de 499 dC, de leis e tradições judaicas) .
· A Torá,também chamado(Chumash , isto é "Os cinco") refere-se aos cinco livros conhecidos como Pentateuco), o mais importante dos livros do judaísmo.
· Neviim "Profetas"
· Kethuvim "os Escritos"
O Tanach é às vezes chamado de Mikrá.
Judaísmo rabínico é o nome dado ao judaísmo tradicional, que aceita o Tanakh (versão que mais se aproxima da Bíblia) como revelação divina e a Torá Oral também como fonte de autoridade. Recebe este nome devido ao fato de dar grande valor aos ensinamentos rabínicos através dos tempos codificados principalmente no Talmud (O Talmud é uma compilação, que data de 499 dC, de leis e tradições judaicas) .
Extraído de:Wikipedia - A enciclopédia livre.

Muito bom.
ResponderExcluiradquiri mais um conhecimento
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