4/28/2012

As três fases do perdão





TRÊS FASES DO PERDÃO


1. Identificar a situação e arrepender-se.
Devemos entender que o mal não é causado pelas pessoas, com quem nos relacionamos. As pessoas são influenciadas direta ou indiretamente, conscientes ou inconscientemente, por um inimigo comum que deseja a destruição dos dois lados. Nossa luta não é contra a matéria, mas sim contra forças espirituais como vemos em Efésios 6:12 .

Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. 

Não é necessário estar errado para arrepende-se e ou pedir perdão, pois os dois lados têm seus motivos e quase sempre ambos acham estarem certos.
Havendo compreendido isso devemos nos arrepender por não haver identificado de imediato a intromissão do inimigo e devemos retirar de Deus toda a responsabilidade e prestação de contas pelo mal e pela injustiça perpetuadas contra nós.

2. Perdoar as pessoas que causaram a ferida, também pedir perdão à pessoa. 
Como vimos acima não é necessário "estar errado" para perdoar e ou pedir perdão, pois as duas partes sentem-se prejudicadas.
Devemos perdoar porque a falta de perdão e a amargura geram laços pecaminosos.
   a) A amargura e a falta de perdão nos amarram ao ofensor.
   b) Com a liberação do perdão o laço, espiritual, que os prende é quebrado.
O perdão não é sentimento, é atitude. Portanto, não é preciso "sentir", mas fazer.
Devemos entender a diferença entre perdoar e esquecer. Mesmo após haver liberado o perdão ainda vamos nos lembrar, pois a memória não pode ser apagada, mas a diferença é que a lembrança não causará mais dor.
Podemos fazer uma comparação com a marca deixada por um ferimento em nosso corpo, após haver cicatrizado vemos a marca podemos tocá-la, mas não dói mais.

3. Perdoar a si mesmo. 
Também devemos perdoar a nós mesmos, desta maneira estaremos renunciando ao ódio e à condenação.
Não perdoar a si mesmo e uma demonstração de orgulho e desta forma estaremos anulando o sacrifício de Jesus na cruz.
Se o próprio Deus nos perdoa que somos nós para não nos perdoarmos?
Não perdoar a si próprio também é colocar-se no lugar de um juiz que leva a si mesmo a se julgar e condenar.
   1. Romanos 14:4 diz: "Quem és tu que julgas o servo alheio?".
   2. Se somos servos e Deus é o Senhor, que direito temos de julgar quem quer que seja?
   3. Ao condenarmos a nós mesmos, estamos julgando e condenando e isso não é direito nosso;
   4. Não temos o direito de condenar a nós mesmos. Por isso, devemos nos perdoar.


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